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19 agosto 2013

Tag e Selinho

Mais uma tag indicada pela fofa da Michele de Mais uma página ;)

Chama Doenças Literárias e consiste em escolhermos um livro para cada uma das doenças citadas. 

Diabetes: cite um livro muito doce.

Sinceramente, eu não gosto de livro meloso (já deixei isso claro umas setenta e nove vezes kk. 
Esse livro é extremamente parado, doce e meloso, e bom, eu só gostei dele nas últimas cinquenta páginas...

Catapora: cite um livro que já leu e não pretende reler.
 
 
 Sim, eu tenho certo preconceito pelos livros do Nicholas, desculpem =X
Bom, é realmente bem difícil um livro que eu não tenha gostado a ponto de não querer relê-lo, mas bem, esse aí realmente não me conquistou nem um pouco.

Ciclo menstrual: cite um livro que você relê constantemente.

Não é só porque foi um dos primeiros livros que li, mas sim, porque adoro viajar para o país das maravilhas de vez em quando... Esse aí releio sempre que posso ;)

Gripe: cite um livro que se espalhou feito um vírus.
 
Vou ser obrigada a copiar minha amiga Michele nesse aqui, porque realmente, não tem nenhum livro que tenha se espalhado tão rápido... Aliás, com todo merecimento, porque ele é simplesmente demais =P

Asma: cite um livro que tirou seu fôlego
 
Ah, não é por ser fã, mas é porque é realmente a verdade... Sophia me tirou o fôlego em diversas cenas e merece estar aí ;)

Insônia: cite um livro que tirou seu sono.

Apesar de todas as críticas, ler Fallen sem saber do enredo me deu um pouco de insônia, sim, querendo  saber o que Daniel era e o que de fato era a Sword & .Cross

Amnésia: cite um livro que você já leu e não se lembra muito bem do que é a história.

Esse foi bem difícil, porque eu realmente tenho uma memória boa quando se trata de livros. Depois de recorrer ao skoob, elegi esse como o que menos lembro da história.
Não que o livro seja ruim, pelo contrário, lembro de tê-lo achado bom na época que li. Mas por algum motivo que não sei explicar qual, eu não lembro bem da história, vai saber o porquê.

Má nutrição: cite um livro que você acha que faltou conteúdo para reflexão.



 Não que o livro seja ruim, não levem a mal. O livro é bom, apesar de ter toda a dificuldade de leitura de um clássico. Mas eu sempre costumo pensar em clássicos como aquele livro que vai te fazer refletir, pensar, indagar, e bem, esse não foi o caso.

Doenças de viagem: cite um livro que te levou pra outra época, outro mundo ou outro lugar.

Viajar para Nárnia é uma coisa que todo mundo já quis fazer, e bem, esse livro realmente conseguiu me fazer viajar para cá ;)

Vou indicar para quem quiser, podem ficar a vontade ;)

 

06 fevereiro 2013

A última batalha - As crônicas de Nárnia (Sobre o Livro)

Conforme prometido, farei uma resenha para o último livro de As crônicas de Nárnia, separado dos outros.

O livro começa, pela primeira vez nos sete livros, em Nárnia. Parecendo mais uma fábula do que a continuação da saga, o primeiro capítulo mostra  a "amizade" de Confuso e Manhoso, um jumento e um macaco, este último, muito preguiçoso, pede sempre a ajuda de Confuso. Quando os dois encontram uma pele de leão no rio, Manhoso veste o jumento com a pele, dizendo que ele ia ficar quente e protegido. E assim, os habitantes de Nárnia pensam que Aslan voltou.
O rei pede a ajuda das crianças que ajudaram Nárnia no passado, e Jill e Eustáquio aparecem por lá pra ajudá-lo a livrar os animais da ameaça desse Aslan falso, do macaco que diz ser seu porta-voz e dos calormanos, que querem escravizar os animais falantes.
Lutando até o fim, a guerra acaba junto com Nárnia. Todos os amigos de Nárnia, com exceção, e os antigos moradores dela, aparecem em uma Nárnia muito mais bonita e aconchegante. E lá, eles vivem felizes, literalmente, para sempre.

Tudo bem, está mais do que claro pra quem conhece a história de Apocalipse, que Confuso, mesmo sem querer, fez o papel de Anticristo, e depois de lutarem, eles foram para o "Novo céu e nova terra", mas não vou me prender a isso.
A última batalha foi um livro um tanto diferente dos outros, porque além de reunir todos os personagens doa saga, deu um quê de medo e mistério pra quem lia. Aslan, que sempre aparece para salvar seu país, neste livro só aparece no final, quando Nárnia já não existe. O terrível fim de Nárnia, quando o gigante esmaga o sol, já velho, arrancou lágrimas de leitores que não costumam chorar em livros. E o fantástico final, que na minha humilde opinião, foi o melhor final se tratando de sagas, não só trouxe a felicidade aos personagens e leitores de volta, como mostrou que Nárnia não estava realmente destruída. O que se destruíra foi uma "miragem" da verdadeira Nárnia. Assim como o nosso mundo, é na verdade uma miragem do que está por vir.
Claro que não poderia deixar de citar o personagem que eu mais gostei no livro, o unicórnio e companheiro do rei Tirian, que se entregou a batalha para salvar o amigo.
Suzana acabou por crescer, e acreditar que Nárnia era uma brincadeira deles, e não a realidade. Por esse motivo, ela não ficou na Nova Nárnia com os irmãos, e perdeu a herança de Aslan.
A última declaração de Aslan aos 8 amigos, que obviamente não contarei aqui, deu sentido a história e emocionou, mas não falo de tristeza. Realmente saber disso, deixou qualquer um feliz.