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15 março 2013

Cartas para Deus (Sobre o filme)

Cartas para Deus é aquele filme feito para olhar comendo brigadeiro de colher ou se entupindo de pipoca. É triste, mas ensina uma lição valiosa.
Tyler é um garoto de oito anos que sobre com um tumor na cabeça e muitas sessões de quimio. Como qualquer criança, gosta de brincar e ver os amigos na escola, mas nem sempre isso é possível. Sua melhor amiga, Samanta, vem sempre lhe visitar, e a vida dele se resume nisso. Para surpresa do carteiro, Tyler escreve cartas para Deus, entregues direto no correio. O carteiro passa a ler essas cartas, e começa a mudar sua vida de alcoolismo.
Apesar da dublagem ruim (prefira assistir legendado, de repente, seja melhor), e do filme bem simples, a história é baseada em casos reais, e emociona. Todas as pessoas a volta de Tyler são mudadas por suas cartas: sua mãe, sua avó, seu irmão mais velho, Samanta e os colegas de classe, além dos vizinhos. 
Seria hipócrita se escondesse o final, pois todo mundo sabe como termina filmes que falam de câncer. Tyler morre, deixando todos tristes, claro, mas deixando uma herança incrível para cada um de seus amigos e familiares: Deus.

01 março 2012

Namoro a distância (História)

Ontem na minha primeira aula de história (as aulas no RS começaram segunda-feira agora), minha professora falou do namoro a distância de antigamente, o qual era feito por cartas, que demoravam uma semana pra chegar e outra pra voltar (isso de uma cidade a outra) e que de um estado a outro como é agora era impossível.
No final, ela disse "E o amor não acabava...". Isso me fez pensar muito, sabe, porque se naquela época era tão difícil e eles não desistiam, e ainda no pouco tempo que conseguiam se ver, eles não podiam se beijar pra matar a saudade.
Isso não é uma grande prova de amor?
Hoje em dia, com todos os recursos (telefone, e-mail, msn, redes sociais, avião, cartas via sedex...) que temos, muitos desistem de um amor assim. Como se não valesse a pena, se fosse triste sofrer por um amor assim.
Pra quem não sabe, eu tenho um amor a distância. A gente sofre, chora, sente falta, sente saudade. Mas não desiste, nem nunca vai desistir. Porque o amor ultrapassa as barreiras de quilômetros ou horas de viagem.
Não estou certa?

Meus 17 anos foram estranhos. Na escola, costumava ter o grupo da sala e o grupo do recreio (que era a galera do 2° ano), então muita coisa era estranha e diferente. Foi nesse ano que todo mundo descobriu meu transtorno alimentar e eu iniciei meu tratamento com a psicologa. O que foi bom. Minhas amigas começaram a me obrigar a comer e me acompanhar no banheiro, o que era uma coisa estranha, na minha opinião. Nesse ano tive um namoro com um cara de 27 anos, e só durou um mês, porque ele era um idiota. Nesse ano eu me mudei de novo, pra casa que estou agora (dois andares, três quartos, biblioteca e 3 banheiros, eu amo essa casa *_*). E foi nesse ano que repeti pela segunda vez o primeiro ano.