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23 maio 2012

Motivação (Psicologia da Educação)

Pra quem não sabe, eu repeti mais de uma vez o primeiro ano do Ensino Normal (Médio+Magistério), e não porque não sabia as matérias, mas por falta de motivação. 
O que vem a ser motivação?É a alavanca, ou aquilo que vai te inclinar a fazer o que é proposto. Essa motivação pode ser direta ou indireta. Por exemplo, você pode se motivar a estudar, só porque gosta de tirar sempre a nota máxima nas provas ou porque seus pais buscam isso de você. Isso é uma motivação direta. Ou você pode estudar porque quer passar de ano pra continuar com seus amigos no próximo ano letivo. Isso é motivação indireta.
Eu sempre me dei bem com a motivação direta, porque sempre fui muito perfeccionista, do tipo que fica braba se tira nove ao invés de dez. Quando, porém, entrei no Ensino Normal, minha motivação direta perdeu para minha falta de vontade, devido a depressão que me atingiu na época. Ou seja, eu tive uma perda significativa de motivação direta, por culpa dessa doença. 
Isso pode acontecer, de diversas formas, com todo mundo. A falta de vontade pode superar a motivação direta, baixando notas e causando muitas faltas no boletim. Essa falta de vontade pode vir por falta de amigos, por uma escola ruim, um ensino errado, pais que não ajudam, doenças físicas ou psicológicas, bullying, etc.
A única solução para recuperar a motivação, nesses casos, é encontrando uma motivação indireta. Por exemplo, eu só recuperei minhas boas notas esse ano, porque uma grande amizade surgiu, o que me fez não só ajudar ela, como tentar tirar boas notas pra passar de ano e acompanhar ela no ano que vem. Outra motivação importante, foi uma colega "nerd" que sempre tirava as melhores notas da sala. Eu tenho uma grande mania de competição, que me faz querer ser melhor que todo mundo. E isso me fez tentar competir as melhores notas com essa colega. Essa também é um tipo de motivação indireta.
Não importa o tipo de motivação, desde que te ajude a estudar, aprender e tirar boas notas no final. Busque sua própria motivação!

21 março 2012

Transtorno alimentar,drogas e vicio em internet (Penso Assim)

Vou tratar de três assuntos tratados como "vícios" pela sociedade em geral, que parecem tão distantes todos, que esquecem-se que tem pessoas com esses distúrbios psicológicos em quase todos os lugares, inclusive bem perto de nós.
A dependência de drogas, transtorno alimentar e dependência de internet são os três vícios precisos de tratamento que arrebatam milhares de jovens hoje em dia, e apesar das diferenças, tem mais em comum do que se imagina.
Adolescentes propícios a esses problemas tendem a ser sensíveis, vulneráveis e cheios de dignidade. Procuram o amor que não tem em casa e são pessoas isoladas em si mesmas (veja aqui que não falo exclusivamente de solitários, falo também de pessoas que mesmo com amigos, tem dificuldade de se abrir para os outros ou falta de confiança nas pessoas) e participam das reuniões de família sem interesse ou parecendo alheios as conversas.
Os adultos tem normalmente uma maneira só deles de ver esse tipo de comportamento. Costumam deixar que os filhos "vivam suas vidas" enquanto eles se preocupam com os problemas "de verdade".
Cuidado!Esse comportamento não é puro capricho, surgido do nada; é porque os pais, conscientes ou não, lhes recusaram ajuda. Escutar os filhos, conhecer seus problemas, já é algo esquecido. Às vezes até sobrecarregam as crianças com seus problemas. Isso faz a criança se sentir fracassada.
Quando se encontra alguém assim, procura-se terapia - rodeada de mudança de comportamento - antes que isso se torne em algo pior.
O tratamento é o mesmo para quem já está em um desses vícios.

07 março 2012

Uma coisa importante na minha vida (Redação)

Ontem na aula de redação, a professora pediu pra semana que vem, uma produção textual com esse tema (do título).
Eu fui a única que vibrei.
Acho que não preciso falar que escrever não é um sacrifício pra mim, pelo contrário, é meu passatempo predileto (quando não tô escrevendo, tô lendo ou escrevendo no blog), mas sei que muita gente detestou a ideia.
Vi pessoas reclamando do número de linhas, enquanto eu tentava pensar em como ia resumir a história. Vi pessoas dizendo que não sabiam escrever, que anteriormente tinham reclamado de ler um livro.
É provado que a grande maioria das pessoas que gostam de ler, se dão bem escrevendo. Se não gosta de ler, dificilmente vai gostar de escrever. Mas se gosta de escrever, tente achar algo que goste de ler. Porque lendo, sua escrita melhora, seu vocabulário melhora e você viaja no mundo das letras.
Não é sacrifício, é diversão. Experimente!

Com dezoito anos, eu ainda não me sentia adulta (ainda não me sinto). Curtia a companhia de garotas de onze anos, colegas de catorze a vinte, mas todas com a mesma mente adolescente. Nessa época, tive minha primeira paixão feminina (uma garota de dezesseis anos, que nunca deu bola pra mim) e sofri muito com isso. Conheci alguém da internet pela primeira vez, (Jéssica, de dezessete anos, que sou amiga até hoje), comecei a frequentar psicologa, saí sozinha pra uma festa (amiga de dezesseis anos, tava muito legal), fui disputada por dois garotos (D* e W*) e acabei ficando com os dois (=O) e teve a festa de quinze anos de uma amiga. Essa foi a terceira vez que reprovei no primeiro ano.

16 junho 2011

Quando nos tornamos mais que professores (estagiio, didatica, pscicologia)

Nos ultimos dias tenho sido mais que uma professora de meus alunos. Tenho sido amiga, conselheira, pscicologa e talvez até um pouco mãe. Eu não sei como pode ter professores tão disinteressados a ponto de nem perceberem nos rostinho daqueles pequenos, um sorriso disfarçado, uma expressão de tristeza ou mesmo uma necessidade de atenção.
Sou observadora demais, confesso. Mas é impossivel não destinguir naqueles rostinhos que tanto amo (sim, porque a profissão de professora nos tras isso, o amor verdadeiro por nossos alunos) um pedido de ajuda inconsciente. Seja de afeto, um abraço, um carinho, ou mesmo um pouco de higiene.
Meus alunos pra mim são o motivo pra viver. E cada vez que vejo um sorriso sincero nos rostos daqueles anjos, sorrio também sem falsidade, ao saber que naquele sorriso tem um pouco de mim. Tem um pouco de mim que dei atraves de um sorriso, de um abraço ou de um carinho, ou de uma palavra amiga e alguns minutos os escutando.
E disso que eles precisam nessa idade: atenção. Um pouco daquilo que todos nós no fundo queremos.

E assim foi comigo na quarta serie. Entrando na idade dos dez anos, idade em que apesar de não querermos largar as brincadeiras, já queremos ser um pouco adultos. Comigo foi diferente. Rodeada por amigos maiores que eu, que já não brincavam nem se ligavam muito em mim, saí em busca de novos amigos e foi então que encontrei meu irmão e o melhor amigo dele (que considero meu irmão tambem hoje em dia), que apesar de anos mais novos, foram aqueles que me acolheram, me deram a atenção que eu precisava e não ganhava dos meus pais.
Na hora das tarefas escolares, me sintia tão sozinha quanto nunca. Tentava pedir ajuda a minha mãe, para assim tentar chamar a atenção dela, e ela tava sempre tão ocupada... Acabava fazendo tudo sozinha como sempre, mas isso não me impedia de chorar pela falta de atenção.
Na escola, as coisas eram diferentes. Ainda sem amigos, me vi fazendo amizade com a pessoa que mais me machucava: Nescau. Sim, ele, aquele que me ameaçava, me batia e tirava de mim o dinheiro da minha merenda. Descobri nele meu porto seguro e aquilo de que sentia falta na escola: um amigo. Apesar de todos acharem que eramos namorados, pra mim aquilo era muito cedo ainda, mas eu sonhava com esse dia.
Foi quando descobri que meu amigo também sofria bullying. E todo aquele dinheiro que ele tirava de mim, não era pra ele e sim, pra uma turma de adolescentes sem escrupúlos que tiravam dinheiro dele "em troca de não darem a surra que ele merecia". Aquilo me deixou enfurecida a ponto de dar o dinheiro a ele de boa vontade, com medo de ele apanhar quando não tivesse o que queria.
Mas foi o terrivel dia que Guilherme, um dos adolescentes malvados que faziam tudo aquilo com ele, quis ficar comigo. Eu o detestava, claro, apesar de seus cabelos dourados e lindos olhos cor do mar. Eu disse que não ficaria com ele nem por todo dinheiro do mundo, mas não foi isso que aconteceu. O maldito deu um soco no olho do meu pobre amigo, e penalizada e com raiva, beijei aquele verme asqueroso desejado por tantas meninas mais velhas, mas que ainda assim quis ficar comigo. Uma nerd de aspecto normal e apenas dez anos e uma louca raiva dele.
Ainda hoje eu o odeio. E quer saber da verdade?Eu perdi sim o BV aos 10 anos. Mas nunca falo disso porque pra mim aquilo não foi um beijo . Foi o maior tapa no meu proprio rosto que já dei na minha vida.

05 maio 2011

Jornal escolar (Redação)

Eu este ano, to num momento meio "tudo ou nada". Ou eu fico em casa sem fazer nada o tempo todo, ou faço tudo o que sempre quis fazer. É por isso que quis tanto teatro na escola, e por isso que quero tanto um Jornal Escolar.
Minha paixão sempre foi escrever!Eu amo, é minha vida!Não sei explicar, mas eu escrevo sobre tudo, e POR tudo. Se estou triste, se estou feliz, se quero compartilhar um sonho ou MEUS sonhos, se estou inspirada, se quero inventar historias, se quero comemorar, se quero desabafar. Escrevo sobre o tempo, sobre politica, futebol, religiões, meus problemas, conselhos, desabafos, livros, filmes, magias, pscicologia (outra paixão!) e enfim!Escrevo tudo e quase o tempo todo!
E por essas e outras que sonho com um jornal na escola!Imagina!Obvil que não ia escrever sobre tudo, mas ia ajudar, dirigir, ou soh escrever uma coluna que seja!!!
Meu sonho de criança é participar de um jornal escolar, e quando comecei a trabalhar onde minhas crianças participam do jornal escolar, a vontade voltou!
Espero que tenha pique pra que tudo dê certo!

Meus 3 aninhus não tem muito o que contar, eu já falava e caminhava. Era uma criança calma e quieta, porem simpatica. Gostava de tudo e todos. Era feliz, como sempre digo...