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06 janeiro 2014

Clássico para mim - O tema da UFRGS (Penso Assim)

Tinha vestibular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) por aqui, e o tema foi bem legal para nós leitores, então vou falar um pouco sobre isso por aqui.
Eis o tema: dizer um livro que seria um clássico pra ti, por que, se leria de novo e se recomendaria a seu melhor amigo. Fácil, né?
Em teoria, sim. Eu amo todos os livros que li, e mesmo entre os favoritos, que são muitos, não sei se acharia um "clássico" pra mim.
Provavelmente teria colocado HP em outra época, mas a questão agora é complexa. Talvez tivesse escolhido O tempo e o vento, que pra mim é a história mais linda de todos os tempos, mas ele já é um clássico. A culpa é das estrelas, talvez? O inverno das fadas? Perderia tempo só pensando no melhor livro.
Sobre a questão da primeira pessoa (era pra escrever na primeira, até por que eu não saberia escrever na gerceira se tratando de livros), eu me sairia bem, apesar que provavelmente escreveria como se tivesse escrevendo aqui, o que talvez fosse informal demais...
Por agora, preferi não fazer o vestibular. Agora que passei pro terceiro ano, e o ano que vem será minha vez de encarar a federal, tenho que iniciar aquela rotina comum a quase todo mundo: terceirão, estudar, cursinho, escola, ENEM, federal, enfim... Chegou a hora mais complicada da vida de todo estudante.
Então, veremos como me saio no ano que vem ;)

27 setembro 2013

A escrava Isaura (Sobre o livro)

Confesso que sou muito fã de clássicos *_* E esse é um livro que queria ler há anos... Agora que a professora de literatura pediu para escolhermos um para criar uma fotonovela ( vou postar aqui, claro), caí de boca em escrava Isaura. "Devorei" em menos de duas horas... 

Não sei dizer exatamente o porquê, mas se o livro não falasse de escravidão, eu jamais acreditaria se tratar de um clássico. A linguagem é simples e rica, e facilmente viciante. E a história parece tão atual que teve momentos que esqueci completamente que era ambientado em outro século. 
Dramático na medida certa, faz a gente sentir tristeza, raiva e esperança junto com a personagem principal, em cada instante. Aliás, cada personagem é tão bem descrito que os senti pertinho, de forma nítida e pessoal. 
A história é um romance fofo, com seus devidos rivais e vilões, além das impedidas comuns. Faz a gente torcer pelo casal principal com unhas e dentes, e uau, Alvaro é o tipo de personagem apaixonante que faz meninas e mulheres se derreterem. Ele é carinhoso e audacioso, defensor dos oprimidos e apaixonante, educado e compreensivo. Eu, como era de se esperar, fiquei gamada nele. Deixei que me dessem o meu esperado final feliz e não me decepcinei.
Como fã dos clássicos, recomendo a todos. Quem gosta ou não de clássicos (como disse, ele é bem atual), quem ama romances, quem curte um bom drama e quem como eu, torce pelo final feliz!

Era o que tinha para falar do livro, não vou ficar "enchendo lnguiça"aqui que nã vale a pena.

23 setembro 2013

O tempo e o vento (Sobre o filme)



Em exibição nos cinemas do RS, demais estados dia 27.

Não posso falar do filme como um todo, sem antes pensar em duas das coisas que me fizeram assistir. Portanto, separei a resenha em duas: minha visão como fã da série de livros 'O tempo e o vento' e minha visão como fã de Marjorie Estiano.

Como fã de 'O tempo e o vento':
A adaptação foi fiel ao livro em cada detalhe, o que em geral, já é bom o suficiente. Cada cena foi tão bem pensada que quase me senti junto aos atores, dentro do livro, foi incrível.
As paisagens belíssimas são, por si só, a arte final do filme. Pôr do sol, nascer do dia, alvorecer, crepúsculo, gramados incríveis e as belezas naturais do Rio Grande do Sul marcaram do início ao fim, fazendo jus aos locais onde foi gravado.
A interpretação, no geral, fez por merecer os personagens como um todo. Adorei a interpretação da Fernanda, que como sempre foi uma excelente atriz. Ana Terra foi muito bem feita por Cléo Pires. Os atores gaúchos também, não fizeram por menos, claro.
Meu personagem literário favorito sempre vai sr o Capitão Rodrigo (Ainda espero peo cara que vai me chamar de "minha prenda". Claro que ele tem defeitos, imperdoáveis até, mas sua personalidade forte, teimosia, justiça, educação e virilidade, cafajestetagem e amor por Bibiana, que o fizeram marcantes para mim. E Thiago fez um trabalho esplendoroso para transformar-se no meu Capitão. Foi incrível.
Numa visão geral como leitora, achei que toda a história foi bem resumida e explorada, apesar de ter sentido falta de uma infinidade de personagens e histórias. Mas também, não sou hipócrita. Sei que não teria tempo o suficiente para a história toda. Enfim, amei o filme, foi feito e aprimorado de maneira certeira, e confio que muita gente, assim como eu, vai chorar em grande parte da produção cinematográfica.

Como fã de Marjorie Estiano:
Ela foi perfeita, como sempre.
Logo nas primeiras cenas, quando Bibiana ainda pouco fala, suas expressões e olhares falam junto com a cena, como característica comum a ela. A paixão pelo Capitão, é vista nos olhos dela, sem que ela precise abrir a boca para falar que o ama.
As cenas da lua-de-mel foi feita tão incrivelmente "Bibiana" que eu quase esqueci se tratar da minha Marjorie. Mas bem, fazer o personagem aparecer mais que ela é uma excelente prova de seu talento indiscutível e cristalino. Cada timidez, desejo, felicidade e risada (tipicamente Marjorie, mas tipicamente Bibiana) foram transmitidos em segundos.
A dor também é demontrada com avidez. A preocupação, descrita nos olhos. A sensação de perda, passada para quem assiste. E claro, a infinidade de sentimentos que se passa na face dela quando perde Anitta.
Se posso falar algo de mais elogioso a ela pela interpretação da gaúcha de época que mais amo: foi simplesmente "Marjorie".
Ela é sempre atenuantemente talentosa.

08 fevereiro 2013

Desafio Um clássico por mês - Janeiro - Crime e Castigo (Sobre o livro)

Como estou participando do desafio do blog Meninas e seus Livros, vou falar sobre o clássico que li em Janeiro, Crime e Castigo.
Na verdade, ainda não terminei de lê-lo, mas como já estou atrasada, e amanhã bem cedo, estou indo viajar com a galera da igreja, resolvi falar o que entendi do livro até agora. Se tiver que mudar algo, edito o post na volta do acampamento.
Bom, mas vamos ao livro.

Crime e Castigo é um romance bastante intrigante, que faz pensar nas consequências daquilo que fizemos todos os dias para prejudicar os outros, provando que mais tarde, isso volta para a gente.
Apesar do clima policial e misterioso do livro, a história também tem seus momentos dramáticos e românticos.
Raskólhnikov, um rapaz ex-universitário bastante pobre, que vive num quartinho alugado, escuro e frio, está preocupado com seu futuro, e o bem-estar da mãe e da irmã, que está de casamento marcado com alguém que não ama, para tirar a família da pobreza. Por esse motivo, o rapaz comete um crime terrível, matando uma velha inútil para roubá-la e tirar seu dinheiro em favor da família. O crime é bem sucedido, e torna-se um "crime perfeito".
Raskólhnikov acha que pelo fato de ser pobre e necessitado, e a velha uma pessoa completamente inútil pro mundo, ele tem todo o direito de fazer isso, para o bem geral. Com o tempo, porém, o jovem percebe que o crime foi realmente terrível, pois apesar de inútil, a velha era uma humana, e assim se arrepende do que fez.
O autor traz em seus personagens um quê de loucura, ou personalidade forte, que os transforma em verdadeiros seres "reais" em nossas mentes, que já os vê como companheiros, e não personagens. Ele tem poder de fazer seus personagens viverem fora do livro, um talento que poucos têm.
Ekatierina, por exemplo, é uma louca intrigante, que te faz sentir os sentimentos mais diversos. Temos Dunia, a elegante e simples irmã de Raskólhnikov, que nos arrebata, apaixonadamente. Temos Svidrigoilov, com sua paixão doentia, que amedronta e apaixona. E a personagem que eu mais amei, Sônia, a menina prostituta-santa que nos dá pena e um certo tom de timidez. 
Crime e Castigo é um clássico, e como tal, difícil de ser lido e entendido. Mas suas páginas são ricas em mistério, romance e suspense, transformando a dificuldade da leitura em um prazer instantâneo. Eu recomendo muito.
Confesso que achei que terminaria de outra forma, para pior ou melhor ao personagem, mas o fim foi bom, apesar de dar um ar de continuação, que me deixou com vontade de ler mais.

Texto escrito por Duqueza. Plágio é crime, seja criativo, escreva sobre o que leu. Se não leu, não escreva.

02 janeiro 2013

Desafio "Um clássico por mês"

Estou participando do desafio do blog Meninas e seus livros

Objetivo.
Como o próprio nome já diz, o objetivo é ler um clássico por mês durante o ano de 2013.
Como vai funcionar?
Para participar é beeeeeem simples, basta comentar no post  do desafio lá no blog que criou o desafio com o seu nome e, se tiver, o link do seu blog (só para ter controle dos participantes), entrar nesse link (clique aqui) e escolher doze dos cem clássicos apresentados. Você pode escolher os doze agora, ou escolher um a cada mês.
Se você tiver um blog, e quiser ajudar a divulgar o projeto, cole o banner no blog ou faça um post falando sobre o desafio.
Todo mês eu farei um post falando sobre a minha leitura, fiquem à vontade para comentar sobre as suas leituras também.
Os livros que eu escolhi.
Escolhi só esses, depois escolho os outros :S
  1.  Crime e Castigo
  2. Robinson Crusoé
  3. Medéia
  4. Lolita
  5. O livro das mil e uma noites
  6. Alice no pais das maravilhas
  7. Orgulho e preconceito

10 fevereiro 2012

Um vício chamado preconceito (Penso Assim)

Desumano, incoerente e egoísta.
O preconceito é algo tão inútil, que as pessoas são capazes de encontrar defeitos em um certo grupo de pessoas, como se isso fosse mudar o fato de sermos todos humanos imperfeitos e falhos!
O último livro que li, O arquipelogo III, último livro de uma coleção que sou apaixonada, O tempo e o Vento, tem uma personagem totalmente racista entre suas páginas gloriosas. A amante de Floriano, o personagem que me identifico na série, tem uma discussão com ele sobre os negros americanos e brasileiros, e furioso, dita defeitos destes como se tivesse falando de animais nojentos e carregadores de doenças.
Confesso que na hora em que li aquelas palavras me deu uma ânsia de vomitar, uma raiva tão grande que não consegui terminar o livro, acabei por deixá-lo.
Outra coisa que aconteceu comigo recentemente, foi o preconceito da minha própria família contra homossexuais.
Eu acho o preconceito em si, suficientemente idiota, mas esse é horrorizante. Cada um faz o que bem quiser com a sua vida e amor não escolhe cor, sexo ou religião. Apenas escolhe.
Portanto, se você por acaso tem algum tipo de preconceito, abandone-o imediatamente. Pois alem de inútil  preconceito é crime.

05 novembro 2011

Mais que fantasias (Clássicos)

Eu sempre gostei de histórias de vampiros e meninos fantásticos. Tradução: Crepusculo, marcada, fallen, a guardiã da meia-noite. Harry Potter, Percy Jackson, Colyn Cosmo, Peer. 
Ontem teve a Feira Multisciplinar na minha escola. A maioria escolheu os classicos, e quer saber, isso foi legal. Eu nunca fui a maior fã dos classicos, mas ninguém pode negar que são bons. Romances, suspense, grandes escritores, lindas historias. Numa linguagem dificil, confesso, mas muito bons. Tô começando a lê-los aos poucos, e to adorando.
O fato é esse: classicos são sempre classicos.