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16 outubro 2013

Eclipe - Saga Crepúsculo (Sobre o livro)

AVISO: Alto nível de spoiler =O

Há muitos motivos para esse ser o meu livro preferido da saga.
Os personagens em Eclipse parecem sair pelas páginas e tomar conta do mundo real. Cada um deles:
Bella e seus sentimentos confusos, que é compreensível por tudo o que passou com Jacob, e apesar de ainda continuar com a mesma opinião sobre ela, tenho que confessar que ela foi... madura. Tomou muitas boas atitudes, eu gostei disso.
Edward ficou entre o ciúmes do começo do livro e o total descaso depois. Fiquei me perguntando se ele é extremista assim ou estava só fingindo. Embora tenha dito que sentia ciúmes, sua total falta de atitude me irritou um pouco, mas ah, acho que seria bom se fosse comigo.
Jacob deixou de ser o "melhor amigo" para se tornar o rival de Edward. Não que isso tenha tornado ele menos apaixonante, pelo contrário, se criei um carinho enorme por ele em Lua Nova, em Eclipse, me apaixonei completamente, como Bella, pelos dois, mas diferente dela, amei mais a Jacob. Não que ele não tenha sido meio idiota em muitos momentos, mas seus muitos momentos fofos deixaram que os outros se apagassem. Fiquei naquelas de "por que não existe bigamia nos livros?", mesmo sabendo que o final dele é feliz. Mas aquela dúvida de Bella, de o que teria acontecido se os monstros não existissem, ficou pairando na minha cabeça como um prisma.
E ah, os outros. Charlie, e sua atitude de pai; Rosalie, e sua incrível mudança de comportamento em relação a Bella; Jasper, e seus dotes militares; Alice, e sua sempre destacada fofura; Victoria, e sua voz infantil, que deveria ser de alguém loira com um ciclete (amo essa descrição);  Jane, e sua sempre dócil maldade; Carlisle, e seu lado paternal evidente; Esme, e sua superproteção; Bree, e sua curta estada; Angela, e sua amizade sincera. Enfim, são muitos.
É claro que o livro não se trata só de personagens. Cada cena marca muito. O fim do castigo de Bella, as fugas para ver Jacob, as tentativas frustadas de sexo, as frases fofas de Edward, a conversa com Rosalie, as conversas com Jacob, a conversa de Edward e Jacob, as conversas com Edward, o pedido de casamento, a manha de Alice, o treinamento, o beijo de Bella e Jake, a luta, e claro, a conversa final com Jake.
Mas mais do que personagens e cenas, Eclipse é uma história cheia de romance, ação, confusão, muito sentimento e o famoso triangulo que sempre existe nas melhores histórias.
Eclipse não é uma história de vampiros. É uma história de amor, ciúmes e rivalidade adolescente com um grande pitada de emoção e luta.

Opinião: Ótimo
Nota: 5 estrelas

02 outubro 2013

Lua Nova (Sobre o livro)

Bem, esse é o livro que eu menos gostei a primeira vez que li. Talvez porque eu ainda fosse muito "Team Edward" ou algo assim e senti muita falta dele no livro. Bem, isso mudou dessa vez também.
Bella conseguiu minha simpatia dessa vez. Não só porque se tornou menos autodestrutiva, e porque apesar do exagero, ela teve razões para ficar em depressão (mas como disse Charlie, em Eclipse, ela não teria ficado assim se não tivesse tido equilibro ao invés de focar em Edward). No final, ela enxergou que o mundo não gira em torno de Edward e pensou no perigo que ela (ooh, ela pensou nela, palmas o/) e os outros estavam correndo, o que me deu um certo orgulho dela.
Edward foi um idiota completo, fosse qual fosse suas razões. Não só porque deixou ela ali, sem a proteção dele (aff), mas porque a deixou daquele jeito, na floresta, sozinha, perdida, mesmo sabendo que ela não tem um pingo de equilíbrio, nem emocional, nem físico. Mas, apesar dos pesares, ele continuou sendo um ser perfeito no final de tudo, quando voltou são e salvo do quase suicídio. Suas palavras, seus galanteios, seus cuidados... Deixam a gente nas nuvens, não nego.
E claro, há Jacob. Ele foi extraordinariamente fabuloso em tudo. Na amizade sem pressão, na simpatia sem motivo, no cuidado, na forma de guardar segredo (bem, pelo menos até a última cena) e na maturidade incrível. Aliás, depois que ocorre a sua primeira transformação, Jacob se mostra um perfeito amigo quando tenta cumprir sua promessa, mesmo que isso seja muito ruim para Bella e para ele. E apesar de todo seu sentimento por ela, Jacob continua tratando Bella como ela quer. Isso é total altruísmo, e as melhores pessoas são assim.
Alice é mais detalhada aqui, e dá para se ter um grande entendimento de sua personalidade e seu dom relativo. Charlie também tem seu espaço, quando no desespero, tenta tirar Bella do "modo zumbi". Angela foi uma amiga e tanto, porque superou a "Bella zumbi" e a tratou dignamente depois de tudo. E tem os Volturi, que apesar do pouco que aparecem, já dão o medo e o conhecimento melhor dos vampiros "de verdade".
Como um todo, o livro é muito bom, em cada parte. No início, quando acontece toda a confusão com Jasper. Nas páginas onde os meses se passam, provando a grande depressão de Bella no vazio. Em toda a amizade com Jacob, incluindo as aventuras dos dois. E na luta para salvar Edward, que se torna o tempero final. Além da cena final, claro, que Jacob parece ter se tornado o traidor.
Dizer que teve algo que não gostei nesse livro é difícil, mas acho que tirando a parte que Edward larga a Bella no bosque sozinha, todo o resto me encantou dessa vez. Não é mais o pior livro.

Opinião: Muito bom
Nota: 4 estrelas

13 julho 2013

Guardiã da meia-noite (Sobre o livro)

Brigit está encarregada de levar duas crianças judias em segurança a seus tios na Inglaterra, em plena Segunda Guerra Mundial. Sorte ela ter Eamon, seu amado que a protege com sua música, mesmo que distante, e seus bravos amigos milenares, que tem junto com ela a missão de acabar com o partido nazista e evitar a guerra.

Esse é um dos livros que eu mais amo no mundo, apesar de saber que ele não é um dos melhores (categorizo meus favoritos pela história, não pela escrita).
Não que ele seja mal escrito, pelo contrário, Sarah Jane tem uma forma extremamente detalhista de narrar as cenas. Mas o livro não é do tipo que prende o leitor, na verdade é até um pouco maçante, mortificante até.
Mas a história é tão linda *__*.
É como ler um clássico. Chato, é, mas vale a pena chegar ao final.
O estilo atemporal do livro desafia a inteligência (e eu amo isso =D), tendo que se atualizar a cada minuto de que parte da história o narrador está contando. Eu acho isso incrível.
O suspense, por incrível que pareça, fica bem pouco com os vampiros, que fazem papel de mocinhos na história. Quem realmente dá medo (e nojo) são os homens, especialmente os nazistas e simpatizantes, que a todo momento vêm "estragar o dia" com suas falas preconceituosas e suas violências descomunal contra judeus, gays e vampiros.
De uma forma que eu não sei explicar, o livro te ensina História, te desafia a seguir a linha do tempo embaralhada e te obriga a ficar, mesmo que não da forma que nós leitores viciados estamos acostumados.
Está entre a minha lista de preferidos.

Opinião: Bom
Nota: 3 estrelas

21 maio 2013

Vampire Knight Guilty (Sobre anime)

Confesso que a segunda temporada foi totalmente surpreendente e muito menos melosa.
Agora, Kaname transforma Yuki, e todo o passado dela finalmente é desvendado. Ela é na verdade, uma vampira, irmã mais nova de Kaname, e uma sangue-puro. E é então que o vilão aparece para dar cor e emoção a esse anime romântico.
Eu achei que a segunda temporada salvou a primeira, deu um toque "ação", que não existe muito em anime shoujo (romance), que eu acho que foi o que me fez gostar do anime.
Vale a pena ser olhado, e dessa fez recomendo com gosto, para todos os que gostam de anime. Assistam, vocês não vão se arrepender.

Opinião: Muito bom
Nota: 3 estrelas

02 maio 2013

Os sete (Sobre o livro)

Conheci esse livro por acaso, nas prateleiras da biblioteca pública, peguei para ler e acabei me apaixonando...
Ano passado ganhei ele autografado na Feira do Livro, e resolvi relê-lo, claro.
Os sete conta a história de alguns amigos mergulhadores que encontram uma caravela perdida. Dentro daquele barco histórico, encontram uma caixa de preta onde se escondem sete cadáveres. O problema vai ser quando os sete começarem a ressucitar...
Então, esse livro é um grande conto de terror, que me fez muitas vezes estremecer de susto e medo. As formas horríveis que acontecem as mortes (inclusive de crianças), apesar de dar uma dor no coração, dá o ritmo enigmático, envolvente e aterrorizante do livro.
Sou uma fã assumida de literatura nacional, de vampiros e também de André Vianco, então esse livro para mim, foi uma incrível mistura dos três.

Opinião: Ótimo
Nota: 4 estrelas

17 abril 2013

Vampire Knight (Sobre anime)

Uma escola comum. A noite, os garotos desejados pelas meninas predominam. Um enredo comum a nós, se a classe noturna não fosse constituída de vampiros.

Talvez o tema já esteja manjado e garotas apaixonadas por vampiros e triângulos amorosos também.
Mas há algo diferente na história.
Não sei se os vampiros são menos "estereotipados" (já enjoei de vampiros que queimam no sol e esses clichês de filme de terror). Pode ser que seja a principal kawaii ou o apaixonante Zero. Ou o seduzente Kaname-sempai? Talvez seja o romance chato ou o drama necessário.
Minha opinião?
Não é tão bom quanto eu esperava e tampouco chaga perto dos animes preferidos da minha lista. Mas é encantador e fofo.
Se não curte romance clichê, não assista. Mas se adora suspirar junto com a mocinha ou babar pelo protagonista bonitão, encontrou uma boa dica de anime para assistir.

Número de episódios: 13
Nota: 2 estrelas

04 janeiro 2012

Um vicio chamado Tumblr (Penso Assim)

Tem gente viciada em alcool, cigarro ou drogas. Tem gente viciada em doces, comida ou até um descontrole emocional. Tem gente viciada em leitura, ou cortes, ou televisão. Tem gente viciada em vampiros, ou contos de fadas, ou historias de terror.
Eu já fui viciada em tanta coisa.
Ouve a época que era viciada em comida. Comida pra caramba. Ouve a época em que era viciada em vampiros e andava de preto por aí. Ouve a época em que era viciada em rebeldia. Ouve a época em que era viciada em ler e passava doze horas do meu dia com a cara nos livros. Ouve a época em que era viciada em videogame, e passava quase 18horas por dia na frente dele.
E houve a época do Fake, que foi o pior vício que tive, que passava cerca de 15 a 24 horas por dia em frente ao computador, fingindo uma vida que não era minha. Isso não só acabou com a minha vida social, como me deu motivos pra esquecer totalmente a minha vida (na época, eu tava passando por uma barra gigante, e o fake me ajudou a sair um pouco desse drama, porque me alienei na "vida" virtual que fiz ali. Tinha cerca de oito fakes, e usava todos eles. Eu era muito viciada. Cheguei ao ponto de querer trocar minha familia pela familia virtual e até me apaixonei por um fake (não pela pessoa por tras do fake, mas pelo fake em si) e na minha cabeça, que não queria acreditar que ele não existia) ele era exatamente como o fake dele. Isso me fez surtar tanto, que eu virei uma adolescente meio paranoica, até que meu amigo que me apresentou o Mundo Fake, percebeu que eu estava ficando maluca já, e mandou que eu excluisse eles. Eu não exclui. Mas desativei por um bom tempo, a só voltei (por alguns minutos) um ano depois, pra dizer que estava bem, e que estava passando meus fakes a minha sobrinha (ensinando vicios, haha). E foi assim que me livrei dos fakes.
Agora, há o Tumblr. O Tumblr é o motivo da minha existência. Ele é simplesmente minha vida, meu eu, tudo o que acontece na minha vida sem graça. Eu não tenho amigos, nem vida social e nem trabalho ou coisa alguma. E o Tumblr acabou se tornando meu mundo, acabou se tornando a forma de me tirar do tédio. E eu não quero me livrar dele. Nunca!Por isso, se um dia eu tiver tão viciada, a ponto de me apaixonar por alguém do Tumblr, foda-se. Não me importo se ele der ou não bola pra mim, vou seguir até o fim, porque o Tumblr é a minha vida, então porque não se apaixonar por alguém dele?

Não recomendo a iniciação de nenhum dos vicios citados.

05 novembro 2011

Mais que fantasias (Clássicos)

Eu sempre gostei de histórias de vampiros e meninos fantásticos. Tradução: Crepusculo, marcada, fallen, a guardiã da meia-noite. Harry Potter, Percy Jackson, Colyn Cosmo, Peer. 
Ontem teve a Feira Multisciplinar na minha escola. A maioria escolheu os classicos, e quer saber, isso foi legal. Eu nunca fui a maior fã dos classicos, mas ninguém pode negar que são bons. Romances, suspense, grandes escritores, lindas historias. Numa linguagem dificil, confesso, mas muito bons. Tô começando a lê-los aos poucos, e to adorando.
O fato é esse: classicos são sempre classicos.