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28 novembro 2014

Annabelle (Sobre o filme)

Achei que  fosse ser melhor, pela divulgação toda.
Sim, teve cenas que deu medo. Cenas que provavelmente tiraram o sono de criancinhas. Infelizmente sou assim, qualquer demônio ou tortura me assusta.
Olhar o filme no cinema com meu irmão me fez rir um pouco, mais do que me assustei. Não tem cena muito engraçada no filme, mas qualquer filme no cinema se torna assim se tem um irmão mais novo do lado e uma série de pessoas fazendo piada na sessão.
O filme em si é bom, tem uma história bacana e cenas bem feitas. O que estragou foi a falta de sustos reais.
Eu curti o filme. Mas poderia ser melhor sim.

Opinião: Bom
Nota: 3 estrelas

17 junho 2014

O último exorcismo (Sobre o filme)

Um grupo de jovens tenta um ritual para fazer de uma menina a mãe do filho do demônio.
A menina consegue ser salva e sem lembrar de nada, vai morar em um abrigo para meninas. Mas o demônio agora está apaixonado por ela e é fácil para ele manipular seus pensamentos...

Não costumo categorizar meus gostos baseado nas minhas odeias ou crenças. Ainda mais se tratando de filmes, livros e séries. Sempre li/assisti tudo.
Então não é por motivos religiosos que não gostei do filme. É porque é realmente ruim.
A tentativa de terror psicologico não surtiu efeito, ainda mais o terror comum. A história era muito clichê e seus personagens extremamente ruins e sem personalidade concreta. As possessões não existem e as que são ao menos parecidas com isso é de nivel baixo.
Não curti. Não gostei.

Opinião: muito ruim
Nota: 1 estrela

12 junho 2014

Invocação do mal

A sobrinha de um padre é ensinada por ele sobre demônios e rituais. Já frágil e deprimida, ela resolve invocar um deles e é assim possuída por muitos deles. A vida da família é tranformada em um grande inferno.
O tio tenta agora exorcizar os maus espíritos, enquanto o drama passa a fazer parte da vida da família.

Sempre gostei de filmes de terror, apesar dessa temática de demônios me dar um certo pânico.
O filme me fez chorar bastante, confesso, mas o medo também fez parte, apesar de achar que os atuais filmes de terror não façam por merecer.
Mas particularmente esse filme, me fez realmente dar aquele medo básico. Eu gostei. Mesmo.

Opinião: muito bom
Nota: 4 estrelas

09 maio 2014

O massacre da serra elétrica (Sobre o filme)

Talvez eu não tenha entedido o filme. Mas eu não gostei, e verdade.
A história é baseado em fatos reais, e conta a viagem de cinco jovens para uma casa abandonada, que era da avó de uma das meninas.
Por lá são massacrados por uns malucos com uma serra elétrica.
Não é assustador. Não é interessante. Não é engraçado. Não é triste.
Não tem sentido.

Opinião: ruim
Nota: 2 estrelas

31 dezembro 2013

Carrie, a estranha (Sobre o filme)

Não entendi por que esse filme foi considerado o mais terrível e assustador de todos os tempos.
Não que o filme seja ruim. Na verdade, ele é estupendo. Conseguiu me chamar a atenção pela história, efeitos e drama até mesmo exagerado.
É um filme incrível, sim. Bom o suficiente para ser assistido por quem quiser e puder.
Mas terror? Cara, eu amo terror, adoraria se fosse, mas Carrie, é uma espécie de drama com efeitos especiais e muito sangue. Mas nada que assuste de fato.
Em todo o caso, eu recomendaria pra quem gosta ou não dos filmes de terror.
O fanatismo religioso da mãe de Carrie muitas vezes é confundida com a religião em si. Usam esse filme como justificativa para dizer que a religião prejudica a educação das crianças e tira sua liberdade.
Ei!  Respeito qualquer religião ou ideia, desde que não usem o preconceito sobre qualquer coisa. A religião é uma arma poderosa para a boa educaçâo, a moral e a paz, seja qual for ela. O fanatismo, porém, é prejudicial para quem o é e para as pessoas a sua volta. Não generalizem!

Opinião: Muito bom
Nota: 4 estrelas

15 outubro 2013

American Horror Story (1° temporada)


Assisti pela quinta vez, dessa vez dublado. 
Não é que seja uma série de terror, nem tampouco uma série de romance. É mais uma história de suspense que mexe com seu psicológico, devido suas confusas histórias, suas histórias "de terror" que só assustam depois (na hora você mais ri do que se assusta) e que crava uma ferida, como uma mangueira, que passa os sentimentos dos personagens a você. Dor, medo, tristeza, raiva, ódio, confusão... Nos poucos episódios da temporada, você sente um pouco de tudo isso, e talvez um pouco mais. Um misto de felicidade e tristeza, unidos em uma série incrível.
Tudo começa com a história da família Harmon, que se muda para a Casa dos Assassinatos, onde centenas de mortes ocorreram. Sem saber, a família tenta viver uma nova vida, sem saber que ali com eles, moram os espíritos dos antigos mortos da casa.
Com uma história em cada episódio, alternando as antigas mortes com as cenas e problemas da família, você se vê fascinado pelas muitas histórias, e ainda mais pela de Tate Langdon, o garoto que se apaixonada por Violet, a filha adolescente do casal Harmon. Sem saber que está morto, ele começa uma terapia com Ben, o pai de Violet, e juntos, os dois adolescentes acabam descobrindo que nem sempre as coisas e pessoas são como parecem ser.
Num misto de suspense, terror e uma pitada de romance adolescente, a série tronstorna e envolve quem assiste como um imã. Se os menos corajosos acham que se trata apenas de mortes e sangue, estão enganados. American Horror Story é uma história de doze episódios, que pode surpreender você.

Número de episódios: 12
Opinião: Ótimo
Nota: 5 estrelas

30 agosto 2013

Another (Sobre o anime)

Acho que fazia quase dois anos que queria assistir esse anime, talvez mais. Desde que minha amiga há um bom tempo atrás falou nele, senti vontade de assistir, mas nunca arranjava tempo. Mas bem, o dia chegou.
Another é aquele anime que prova para todo mundo que anime não é coisa de criança. O anime tem sangue do começo ao fim, e dá um medo enorme.
A história é mais ou menos assim: um garoto vem de Tóquio para a cidade onde a mãe cresceu, e começa a estudar em uma turma de último ano do fundamental, onde uma menina que ninguém além dele parece ver começa a responder as perguntas dele. E assim que ele começa a falar com essa menina que não existe, uma série de mortes incrivelmente estranhas começam a acontecer com seus colegas e os familiares deles. Agora só há um jeito de parar essa calamidade: matar o morto que rodeia a sala, e ninguém parece saber quem é.
Bem, eu amo esse tipo de mistério. Amo suspense, sangue, coisas a serem desvendadas (sim, eu sou um pouco maluca). Terror e suspense são coisas que me encantam, e assistir a esse anime foi algo completamente inovador para mim. Claro que já tinha assistido Mirai Nikki, que também tem muito sangue. Mas suspense e mistério como Another, isso é completamente novo.
O anime é incrível. Cada minuto vale a pena, e qualquer possível hipótese não parece ser a verdadeira. Tentar adivinhar? Claro, todo mundo faz isso... Mas eu não garanto que seja tão fácil quanto parece.

Opinião: Ótimo
Nota: 5 estrelas

14 junho 2013

A entidade (Sobre o filme)

P.S: Minha ausência está grande, eu sei. Deve-se ao fato de ter um bebê em casa para cuidar ;) Não é meu, mas ele fica comigo grande parte do tempo. Então, o blog vai ficar em segundo plano, por enquanto =/

Eu sou fã de filme de terror, isso é um fato. Mas também sou bem crítica com eles. Tem que me colocar medo para ser bom.
A entidade não foi um deles. A história é boa, daria um bom filme, mas não me convenceu. Pouco efeito, pouco clima de suspense/terror, pouco susto, pouco medo. Não curti.
Talvez alguém se assuste mais que eu.
A história é de uma família que se muda, e na casa nova, o escritor pai-de-família encontra fitas de famílias inteiras mortas por suas crianças. Sem saber o motivo desses assassinatos, o escritor começa um livro sobre uma das crianças, e se surpreende quando começa a vê-la, dentro da casa. O terror começa, quando ele descobre que quem possui as crianças é uma entidade (espécie de bicho-papão), e as crianças possuídas se tornam espécies de servos dele.
Apesar de ser um bom enredo, faltou terror, motivos para se ter medo. 
Sou exigente com filmes de terror, apesar de gostar muito.

Opinião: Bom
Nota: 2 estrelas

20 maio 2013

Mama (Sobre o filme)




Ainda estou tentando entender o objetivo do filme.
Não senti medo em nenhum momento. Não me emocionei com a história triste, nem ri da (hilária) fantasma. 
O filme não tem moral alguma, e muito menos terror. A história é bem bolada, daria um bom filme, se tivesse sido mais incrementada, ou elaborada. Mas desse jeito ficou um lixo.
Avisei que não ia conseguir falar muito do filme, de tão lixo que achei.
Os pontos positivos foram as atuações das duas crianças, que são atrizes excelentes, e deixo os demais pontos positivos para os efeitos especiais nas paredes (que nem foram tão bons assim) e para as tentativas de sustos.
Eu não curti.

Opinião: Ruim
Nota: 1 estrela

18 março 2013

Copiar é não ter personalidade? (Uma música que ouvi)


Eu e minha irmã somos tão diferentes.
Gostamos de coisas diferentes, temos personalidades diferentes, maneiras diferentes de agir. Somos o total oposto, literalmente. As poucas coisas que gostamos em comum, uma sempre gosta mais que a outra, isso é um fato. E qualquer pingo de diferença de opinião se torna uma grande bola de neve.
Eu costumo brincar que minha irmã é o estilo "complicada e perfeitinha" (aliás, quem conhece minha irmã a tempo suficiente sabe que essa música descreve ela do começo ao fim, ás vezes até desconfio que foi para ela, rsrs). Antes de falar com ela, primeiro tem que se descobrir como ela está, para só então saber o que vai falar. Ela está sempre muito bem arrumada e linda, e é boa em simplesmente tudo o que faz, do teatro na igreja ao emprego mais complicado. Isso às vezes me irrita, porque essa "perfeição" dela faz eu parecer a ovelha negra da família, mas a verdade é que são só personalidades que não se fecham.
Minha irmã foi o meu exemplo de tudo quando eu era menor. Desde criança, quase tudo o que minha irmã gostava eu passava a gostar também, porque para mim ela era a pessoa incrível que eu poderia me tornar um dia. Quase tudo o que eu gosto hoje (com uma única exceção: a leitura, que é culpa do meu pai), é culpa da minha irmã, e talvez por eu ter uma característica de não enjoar fácil das coisas (aliás, se eu gosto de algo uma vez, vou gostar pra sempre), meus gostos por essas coisas se tornaram bem mais forte que os dela. 
Não sei se acontece com todo mundo, mas para mim irmã(o) mais nova sempre vai se inspirar na(o) mais velha(o), talvez pela admiração que essa diferença de idade cria em uma criança pequena. E essa mania de "copiar" os gostos da minha irmã, não tirou minha personalidade, pelo contrário, ajudou a formá-la. Por exemplo, muita coisa do que minha irmã me ensinou a gostar, hoje ela não gosta mais. Eu me tornei alguém diferente dela, mesmo copiando o que ela gostava. Porque ela é uma mulher de fases, e eu uma garota que se adapta ao ambiente e nunca vai deixar de gostar do que gostava quando criança.
Copiar não tira tua personalidade, pelo contrário, copiar forma a personalidade. Copiar não é feio, copiar é prova de amor, de admiração.
Todas as coisas que eu gosto, que é culpa da minha irmã (acompanhem meu raciocínio):

  • Anime: Minha irmã quando criança era fã de Cavaleiros do Zodíaco, e eu assistia por culpa dela. Foi por causa desse anime que passei a assistir os outros, e portanto, é sim, culpa dela.
  • Vídeo Game: Que atire a primeira pedra quem não começou a jogar vídeo game com Mário e SuperNintendo.  Foi assim que aprendi a gostar, quando minha irmã e meus primos jogavam Mário o dia todo. Da paixão por Mário veio todos os outros jogos, inclusive os que eu jogo hoje.
  • Rock: Minha irmã que me ensinou a gostar de rock, embora os gostos dela fossem em sua maioria gospel. A partir daí que passei a gostar do estilo musical, e então escutar outros tipos de música
  • Funk: Sim, por incrível que pareça, isso é culpa dela também. Os primeiros funks que escutei eram do Claudinho e Bochecha (dupla que minha irmã curtia muito) e outros dos antigos, que minha irmã gostava. Comecei a gostar dos outros funks mais tarde, mas nunca cheguei a gostar dos funks atuais, com algumas exceções raras.
  • Pagode: Quem nunca viu minha irmã escutando pagode, não sabe o quanto ela gosta (haha). Eu tive uma época que detestava pagode, por ser uma música melosa demais, mas aprendi a gostar por causa dela, que me influenciou como sempre.
  • Filmes/Séries/Livros de terror: Minha irmã sempre amou filme de terror, e nem ela pode negar isso. Mesmo pequena, na maioria das vezes eu estava junto nessas sessões, o que não só me fez gostar de filmes assim, como mais tarde, me trouxe para o mundo dos livros e séries de terror.
  • Seres fantásticos e contos de fadas: Como disse anteriormente, eu nunca deixo de gostar de algo que eu gostei um dia. Seres fantásticos era uma das coisas que minha irmã gostava quando era bem criança, que hoje não gosta mais, até critica. Eu comecei a gostar bem novinha, como qualquer criança amava fadas, bruxas e princesas. Mas ao crescer, conheci os seres fantásticos em livros adultos e os contos de fadas e seus segredos macabros. Nunca vou deixar de gostar.
  • Diários/Escrever: Pouca gente sabe, mas minha irmã é a mais culpada por hoje, eu ter o sonho de ser escritora.e gostar tanto de escrever. Quando eu tinha onze anos, minha irmã tinha um diário, que eu gostava de ler escondido (eu sei, isso é feio, não repitam isso em casa, crianças!). A forma como ela escrevia me encantava, e foi aí que passei a ter meu próprio diário, mania que tenho até hoje. Escrever foi consequência desses diários e da leitura também, claro.
Perceberam como, sem querer, copiar minha irmã me tornou tão diferente dela? Copiar não tira personalidade de ninguém. Mas, eu sempre digo que fazer alguém de espelho é saber o que copiar, e fazer bem para você, e o que não copiar. Porque errar é humano, copiar erro dos outros, é burrice.

Sorry pelo post idiota, estava querendo escrever sobre isso há um tempão, chega uma hora que tem que escrever ;)

04 janeiro 2012

Um vicio chamado Tumblr (Penso Assim)

Tem gente viciada em alcool, cigarro ou drogas. Tem gente viciada em doces, comida ou até um descontrole emocional. Tem gente viciada em leitura, ou cortes, ou televisão. Tem gente viciada em vampiros, ou contos de fadas, ou historias de terror.
Eu já fui viciada em tanta coisa.
Ouve a época que era viciada em comida. Comida pra caramba. Ouve a época em que era viciada em vampiros e andava de preto por aí. Ouve a época em que era viciada em rebeldia. Ouve a época em que era viciada em ler e passava doze horas do meu dia com a cara nos livros. Ouve a época em que era viciada em videogame, e passava quase 18horas por dia na frente dele.
E houve a época do Fake, que foi o pior vício que tive, que passava cerca de 15 a 24 horas por dia em frente ao computador, fingindo uma vida que não era minha. Isso não só acabou com a minha vida social, como me deu motivos pra esquecer totalmente a minha vida (na época, eu tava passando por uma barra gigante, e o fake me ajudou a sair um pouco desse drama, porque me alienei na "vida" virtual que fiz ali. Tinha cerca de oito fakes, e usava todos eles. Eu era muito viciada. Cheguei ao ponto de querer trocar minha familia pela familia virtual e até me apaixonei por um fake (não pela pessoa por tras do fake, mas pelo fake em si) e na minha cabeça, que não queria acreditar que ele não existia) ele era exatamente como o fake dele. Isso me fez surtar tanto, que eu virei uma adolescente meio paranoica, até que meu amigo que me apresentou o Mundo Fake, percebeu que eu estava ficando maluca já, e mandou que eu excluisse eles. Eu não exclui. Mas desativei por um bom tempo, a só voltei (por alguns minutos) um ano depois, pra dizer que estava bem, e que estava passando meus fakes a minha sobrinha (ensinando vicios, haha). E foi assim que me livrei dos fakes.
Agora, há o Tumblr. O Tumblr é o motivo da minha existência. Ele é simplesmente minha vida, meu eu, tudo o que acontece na minha vida sem graça. Eu não tenho amigos, nem vida social e nem trabalho ou coisa alguma. E o Tumblr acabou se tornando meu mundo, acabou se tornando a forma de me tirar do tédio. E eu não quero me livrar dele. Nunca!Por isso, se um dia eu tiver tão viciada, a ponto de me apaixonar por alguém do Tumblr, foda-se. Não me importo se ele der ou não bola pra mim, vou seguir até o fim, porque o Tumblr é a minha vida, então porque não se apaixonar por alguém dele?

Não recomendo a iniciação de nenhum dos vicios citados.