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10 julho 2013

Rock - Meu estilo musical (Favoritos)


Bom, apesar de ser uma eclética assumida (é só olhar meus favoritos de música que dá para perceber rapidinho), quase tudo o que eu gosto, com algumas exceções, tem um lado para o rock.
Rock sempre foi meu estilo musical favorito, e por isso mesmo, resolvi fazer um favoritos só para ele, então vamos lá.

Minha música favorita: Complicada e perfeitinha (Raimundos) -  Talvez pelo tempo que a conheço, talvez pelo fato de combinar um pouco com toda mulher (mulher tem suas fases, aceitem), eu tenho essa música como minha favorita desde que era pirralha. Se tornou, sim, um pouco da minha história, desde que eu decretei ser a música da minha irmã, até um relacionamento marcante que tinha essa música como trilha sonora. Vai ser eterna para mim.

Minha música internacional favorita: Smile in your sleep (Silverstein) - Apesar de pouco tempo ter conhecido ela, se tornou facilmente minha favorita. É uma música envolvente, com letra linda e um clipe fantástico. Sem mais.

Minha música especial: Eduardo e Mônica (Legião Urbana) - Sei que é mais um rock alternativo, mas é tão linda! A história de amor mais linda de todos os tempos já embalou diversas histórias de amor (e amizade) minhas, e não poderia deixar de ser citada aqui. É simplesmente uma história que deveria virar filme (e livro) e marcar ainda mais nossas vidas. Merece o status de música especial.

Minha banda favorita: Charlie Brown Jr - Não, não é porque o Chorão morreu, e eu também não sou fã. Mas negar que amo essa banda e ela é minha favorita há - no mínimo - dez anos, por causa disso seria besteira. Essa banda marcou minha vida desde que era muito pequena, sempre envolvendo as letras incríveis e as loucuras do Chorão. Não era fã, nunca fui em um show (apesar de ter sonhado muito com isso =/), mas a marca dessa banda ainda vai ficar na minha memória e no meu coração por muito tempo. Eles não eram só minha banda de rock favorita. Eles foram a banda que me ensinou o verdadeiro rock.

Minha banda internacional favorita: Evanescence -  Depressivo, emo, mulherzinha. Não me importa com o que falarem, essa banda sempre foi a que mais me chamou a atenção no rock internacional (para falar a verdade, não sou muito fã de rock internacional). A Amy Lee é simplesmente linda, e as músicas me deixam num estado de transe que faz com que todos os meus músculos digam para mim ouvir quando estou triste. É a eleita, e pronto.

Minha banda especial: Reação em cadeia - Talvez por eu gostar dela desde muito antes de ela estourar no Brasil todo com Me odeie, talvez por ser uma banda gaúcha é só. Quase todas as músicas da banda tem uma história comigo, e eu amo simplesmente ouvir. Já fui em um show deles, gritei, pulei, e não me arrependo. É uma banda que vale a pena ouvir.

18 março 2013

Copiar é não ter personalidade? (Uma música que ouvi)


Eu e minha irmã somos tão diferentes.
Gostamos de coisas diferentes, temos personalidades diferentes, maneiras diferentes de agir. Somos o total oposto, literalmente. As poucas coisas que gostamos em comum, uma sempre gosta mais que a outra, isso é um fato. E qualquer pingo de diferença de opinião se torna uma grande bola de neve.
Eu costumo brincar que minha irmã é o estilo "complicada e perfeitinha" (aliás, quem conhece minha irmã a tempo suficiente sabe que essa música descreve ela do começo ao fim, ás vezes até desconfio que foi para ela, rsrs). Antes de falar com ela, primeiro tem que se descobrir como ela está, para só então saber o que vai falar. Ela está sempre muito bem arrumada e linda, e é boa em simplesmente tudo o que faz, do teatro na igreja ao emprego mais complicado. Isso às vezes me irrita, porque essa "perfeição" dela faz eu parecer a ovelha negra da família, mas a verdade é que são só personalidades que não se fecham.
Minha irmã foi o meu exemplo de tudo quando eu era menor. Desde criança, quase tudo o que minha irmã gostava eu passava a gostar também, porque para mim ela era a pessoa incrível que eu poderia me tornar um dia. Quase tudo o que eu gosto hoje (com uma única exceção: a leitura, que é culpa do meu pai), é culpa da minha irmã, e talvez por eu ter uma característica de não enjoar fácil das coisas (aliás, se eu gosto de algo uma vez, vou gostar pra sempre), meus gostos por essas coisas se tornaram bem mais forte que os dela. 
Não sei se acontece com todo mundo, mas para mim irmã(o) mais nova sempre vai se inspirar na(o) mais velha(o), talvez pela admiração que essa diferença de idade cria em uma criança pequena. E essa mania de "copiar" os gostos da minha irmã, não tirou minha personalidade, pelo contrário, ajudou a formá-la. Por exemplo, muita coisa do que minha irmã me ensinou a gostar, hoje ela não gosta mais. Eu me tornei alguém diferente dela, mesmo copiando o que ela gostava. Porque ela é uma mulher de fases, e eu uma garota que se adapta ao ambiente e nunca vai deixar de gostar do que gostava quando criança.
Copiar não tira tua personalidade, pelo contrário, copiar forma a personalidade. Copiar não é feio, copiar é prova de amor, de admiração.
Todas as coisas que eu gosto, que é culpa da minha irmã (acompanhem meu raciocínio):

  • Anime: Minha irmã quando criança era fã de Cavaleiros do Zodíaco, e eu assistia por culpa dela. Foi por causa desse anime que passei a assistir os outros, e portanto, é sim, culpa dela.
  • Vídeo Game: Que atire a primeira pedra quem não começou a jogar vídeo game com Mário e SuperNintendo.  Foi assim que aprendi a gostar, quando minha irmã e meus primos jogavam Mário o dia todo. Da paixão por Mário veio todos os outros jogos, inclusive os que eu jogo hoje.
  • Rock: Minha irmã que me ensinou a gostar de rock, embora os gostos dela fossem em sua maioria gospel. A partir daí que passei a gostar do estilo musical, e então escutar outros tipos de música
  • Funk: Sim, por incrível que pareça, isso é culpa dela também. Os primeiros funks que escutei eram do Claudinho e Bochecha (dupla que minha irmã curtia muito) e outros dos antigos, que minha irmã gostava. Comecei a gostar dos outros funks mais tarde, mas nunca cheguei a gostar dos funks atuais, com algumas exceções raras.
  • Pagode: Quem nunca viu minha irmã escutando pagode, não sabe o quanto ela gosta (haha). Eu tive uma época que detestava pagode, por ser uma música melosa demais, mas aprendi a gostar por causa dela, que me influenciou como sempre.
  • Filmes/Séries/Livros de terror: Minha irmã sempre amou filme de terror, e nem ela pode negar isso. Mesmo pequena, na maioria das vezes eu estava junto nessas sessões, o que não só me fez gostar de filmes assim, como mais tarde, me trouxe para o mundo dos livros e séries de terror.
  • Seres fantásticos e contos de fadas: Como disse anteriormente, eu nunca deixo de gostar de algo que eu gostei um dia. Seres fantásticos era uma das coisas que minha irmã gostava quando era bem criança, que hoje não gosta mais, até critica. Eu comecei a gostar bem novinha, como qualquer criança amava fadas, bruxas e princesas. Mas ao crescer, conheci os seres fantásticos em livros adultos e os contos de fadas e seus segredos macabros. Nunca vou deixar de gostar.
  • Diários/Escrever: Pouca gente sabe, mas minha irmã é a mais culpada por hoje, eu ter o sonho de ser escritora.e gostar tanto de escrever. Quando eu tinha onze anos, minha irmã tinha um diário, que eu gostava de ler escondido (eu sei, isso é feio, não repitam isso em casa, crianças!). A forma como ela escrevia me encantava, e foi aí que passei a ter meu próprio diário, mania que tenho até hoje. Escrever foi consequência desses diários e da leitura também, claro.
Perceberam como, sem querer, copiar minha irmã me tornou tão diferente dela? Copiar não tira personalidade de ninguém. Mas, eu sempre digo que fazer alguém de espelho é saber o que copiar, e fazer bem para você, e o que não copiar. Porque errar é humano, copiar erro dos outros, é burrice.

Sorry pelo post idiota, estava querendo escrever sobre isso há um tempão, chega uma hora que tem que escrever ;)

06 março 2013

Estilo e Rock Nacional (Penso Assim)

P.S: Sei que vai parecer que eu fiz esse post por causa da morte do chorão, mas não foi. Escrevi ontem, antes dele morrer, apesar de estar triste demais por isso. Mas não, eu não era fã, eu só admirava muito.

Quem acha ridículo preconceito contra estilo levanta a mão \o.
Imagina que droga seria se todo mundo tivesse o mesmo estilo, gostasse das mesmas coisas? Todo mundo escutasse as mesmas músicas, gostasse das mesmas coisas e se vestisse do mesmo jeito?
Eu acho que seria totalmente entediante.
Falar mal de determinado estilo é divertido, todo mundo sabe disso. Brincar com os fãs de determinada  banda ou irritar quem gosta de determinada coisa, não é idiota, é saudável, é rivalidade.
Quando se quer matar quem curte essas coisas ou começa a brincadeira exagerada, que ofende - o bullying - a brincadeira perde a graça e se torna preconceito.
Eu sempre tive inveja de quem tem estilo. Não por maldade, claro. Mas por essa minha mania de "gostar de tudo", e respeitar todo mundo, acabo me vestindo conforme minha vontade, um estilo por dia. Mas sempre com um toque meu, o que não deixa de ser um estilo.
Não é segredo para ninguém que sou eclética e ouço de tudo, do sertanejo de raiz ao rock mais pesado. Mas o que muita gente não sabe é que 80% das músicas que eu escuto é rock nacional - também escuto rock internacional, mas é bem mais difícil. Gosto desde Nx Zero, que quase ninguém considera rock, Fresno e Skank. Até o Capital Inicial e Charlie Brown Jr. Amo escutar Legião, Papas da Língua, Cazuza e Raul. Escuto muito rock nacional, desde bem novinha, e esse é meu verdadeiro estilo.
Desde o início da adolescência - por volta dos 13 anos - admirei amigos e desconhecidos com estilo rockeiro, dark, gótico, emo ou punk. Sempre gostei de preto, all star, camiseta de banda, meia-calça rasgada , saia estilo rock ou qualquer coisa parecida. Nessa época, tentei ser gótica. Consegui por um tempo, até minha mãe cortar isso.
Hoje uso meus all stars de botinha, minhas camisetas rock da Renner (que meu namorado chama de "roupa poser") e escuto meu rock nacional (não sou grande fã de rock internacional, apesar de escutar algumas exceções).
Meu namorado é exatamente o que eu queria antes de conhecer ele - romântico, cuidadoso, respeitador, otaku e rockeiro - e eu amo o estilo dele (apesar dos meus pais odiarem). Sinto que se me tornasse um deles agora, ia parecer influência dele, apesar de já estar com esses planos antes de ele pensar em aparecer na minha vida.
O que vocês acham?Devo deixar meu estilo rockeiro "sair do armário"?