E se todos os contos de fadas tivessem presos entre o mundo deles e o mundo real e vivessem tranquilamente sem saber de suas identidades?
Em OUAT, é bem assim. A pequena cidade de Storybrooke vive assim por 28 anos até Emma, a filha perdida de Branca de Neve surgir por lá. Mas para salvar a todos da maldição, primeiro é preciso fazê-la acreditar. E é Henry, seu filho, que se encarrega disso...
Sempre quis assistir essa, por ser uma fã assumida de contos de fadas... Esse ano veio uma amiga virtual e a primeira temporada na record, que fizeram eu finalmente decidir assistir...
E não me arrependi! A série é muito bem elaborada, com uma ótima história e bons cenários e efeitos. Os atores são todos excelentes...
Meus personagens favoritos já foram Ruby (Chapéuzinho), Belle (de A bela e a fera), Jefferson (Chapeleiro), e claro, minha Fada Azul (quem me conhece desde pequena sabe que eu 'falava' com fadas quando pequena, com essa em especial).
Já amo... Olhei a segunda temporada em um dia (logo posto) e com certeza recomendo MUITO!
Gostamos de coisas diferentes, temos personalidades diferentes, maneiras diferentes de agir. Somos o total oposto, literalmente. As poucas coisas que gostamos em comum, uma sempre gosta mais que a outra, isso é um fato. E qualquer pingo de diferença de opinião se torna uma grande bola de neve.
Eu costumo brincar que minha irmã é o estilo "complicada e perfeitinha" (aliás, quem conhece minha irmã a tempo suficiente sabe que essa música descreve ela do começo ao fim, ás vezes até desconfio que foi para ela, rsrs). Antes de falar com ela, primeiro tem que se descobrir como ela está, para só então saber o que vai falar. Ela está sempre muito bem arrumada e linda, e é boa em simplesmente tudo o que faz, do teatro na igreja ao emprego mais complicado. Isso às vezes me irrita, porque essa "perfeição" dela faz eu parecer a ovelha negra da família, mas a verdade é que são só personalidades que não se fecham.
Minha irmã foi o meu exemplo de tudo quando eu era menor. Desde criança, quase tudo o que minha irmã gostava eu passava a gostar também, porque para mim ela era a pessoa incrível que eu poderia me tornar um dia. Quase tudo o que eu gosto hoje (com uma única exceção: a leitura, que é culpa do meu pai), é culpa da minha irmã, e talvez por eu ter uma característica de não enjoar fácil das coisas (aliás, se eu gosto de algo uma vez, vou gostar pra sempre), meus gostos por essas coisas se tornaram bem mais forte que os dela.
Não sei se acontece com todo mundo, mas para mim irmã(o) mais nova sempre vai se inspirar na(o) mais velha(o), talvez pela admiração que essa diferença de idade cria em uma criança pequena. E essa mania de "copiar" os gostos da minha irmã, não tirou minha personalidade, pelo contrário, ajudou a formá-la. Por exemplo, muita coisa do que minha irmã me ensinou a gostar, hoje ela não gosta mais. Eu me tornei alguém diferente dela, mesmo copiando o que ela gostava. Porque ela é uma mulher de fases, e eu uma garota que se adapta ao ambiente e nunca vai deixar de gostar do que gostava quando criança.
Copiar não tira tua personalidade, pelo contrário, copiar forma a personalidade. Copiar não é feio, copiar é prova de amor, de admiração.
Todas as coisas que eu gosto, que é culpa da minha irmã (acompanhem meu raciocínio):
Anime: Minha irmã quando criança era fã de Cavaleiros do Zodíaco, e eu assistia por culpa dela. Foi por causa desse anime que passei a assistir os outros, e portanto, é sim, culpa dela.
Vídeo Game: Que atire a primeira pedra quem não começou a jogar vídeo game com Mário e SuperNintendo. Foi assim que aprendi a gostar, quando minha irmã e meus primos jogavam Mário o dia todo. Da paixão por Mário veio todos os outros jogos, inclusive os que eu jogo hoje.
Rock: Minha irmã que me ensinou a gostar de rock, embora os gostos dela fossem em sua maioria gospel. A partir daí que passei a gostar do estilo musical, e então escutar outros tipos de música
Funk: Sim, por incrível que pareça, isso é culpa dela também. Os primeiros funks que escutei eram do Claudinho e Bochecha (dupla que minha irmã curtia muito) e outros dos antigos, que minha irmã gostava. Comecei a gostar dos outros funks mais tarde, mas nunca cheguei a gostar dos funks atuais, com algumas exceções raras.
Pagode: Quem nunca viu minha irmã escutando pagode, não sabe o quanto ela gosta (haha). Eu tive uma época que detestava pagode, por ser uma música melosa demais, mas aprendi a gostar por causa dela, que me influenciou como sempre.
Filmes/Séries/Livros de terror: Minha irmã sempre amou filme de terror, e nem ela pode negar isso. Mesmo pequena, na maioria das vezes eu estava junto nessas sessões, o que não só me fez gostar de filmes assim, como mais tarde, me trouxe para o mundo dos livros e séries de terror.
Seres fantásticos e contos de fadas: Como disse anteriormente, eu nunca deixo de gostar de algo que eu gostei um dia. Seres fantásticos era uma das coisas que minha irmã gostava quando era bem criança, que hoje não gosta mais, até critica. Eu comecei a gostar bem novinha, como qualquer criança amava fadas, bruxas e princesas. Mas ao crescer, conheci os seres fantásticos em livros adultos e os contos de fadas e seus segredos macabros. Nunca vou deixar de gostar.
Diários/Escrever: Pouca gente sabe, mas minha irmã é a mais culpada por hoje, eu ter o sonho de ser escritora.e gostar tanto de escrever. Quando eu tinha onze anos, minha irmã tinha um diário, que eu gostava de ler escondido (eu sei, isso é feio, não repitam isso em casa, crianças!). A forma como ela escrevia me encantava, e foi aí que passei a ter meu próprio diário, mania que tenho até hoje. Escrever foi consequência desses diários e da leitura também, claro.
Perceberam como, sem querer, copiar minha irmã me tornou tão diferente dela? Copiar não tira personalidade de ninguém. Mas, eu sempre digo que fazer alguém de espelho é saber o que copiar, e fazer bem para você, e o que não copiar. Porque errar é humano, copiar erro dos outros, é burrice.
Sorry pelo post idiota, estava querendo escrever sobre isso há um tempão, chega uma hora que tem que escrever ;)
Tem gente viciada em alcool, cigarro ou drogas. Tem gente viciada em doces, comida ou até um descontrole emocional. Tem gente viciada em leitura, ou cortes, ou televisão. Tem gente viciada em vampiros, ou contos de fadas, ou historias de terror.
Eu já fui viciada em tanta coisa.
Ouve a época que era viciada em comida. Comida pra caramba. Ouve a época em que era viciada em vampiros e andava de preto por aí. Ouve a época em que era viciada em rebeldia. Ouve a época em que era viciada em ler e passava doze horas do meu dia com a cara nos livros. Ouve a época em que era viciada em videogame, e passava quase 18horas por dia na frente dele.
E houve a época do Fake, que foi o pior vício que tive, que passava cerca de 15 a 24 horas por dia em frente ao computador, fingindo uma vida que não era minha. Isso não só acabou com a minha vida social, como me deu motivos pra esquecer totalmente a minha vida (na época, eu tava passando por uma barra gigante, e o fake me ajudou a sair um pouco desse drama, porque me alienei na "vida" virtual que fiz ali. Tinha cerca de oito fakes, e usava todos eles. Eu era muito viciada. Cheguei ao ponto de querer trocar minha familia pela familia virtual e até me apaixonei por um fake (não pela pessoa por tras do fake, mas pelo fake em si) e na minha cabeça, que não queria acreditar que ele não existia) ele era exatamente como o fake dele. Isso me fez surtar tanto, que eu virei uma adolescente meio paranoica, até que meu amigo que me apresentou o Mundo Fake, percebeu que eu estava ficando maluca já, e mandou que eu excluisse eles. Eu não exclui. Mas desativei por um bom tempo, a só voltei (por alguns minutos) um ano depois, pra dizer que estava bem, e que estava passando meus fakes a minha sobrinha (ensinando vicios, haha). E foi assim que me livrei dos fakes.
Agora, há o Tumblr. O Tumblr é o motivo da minha existência. Ele é simplesmente minha vida, meu eu, tudo o que acontece na minha vida sem graça. Eu não tenho amigos, nem vida social e nem trabalho ou coisa alguma. E o Tumblr acabou se tornando meu mundo, acabou se tornando a forma de me tirar do tédio. E eu não quero me livrar dele. Nunca!Por isso, se um dia eu tiver tão viciada, a ponto de me apaixonar por alguém do Tumblr, foda-se. Não me importo se ele der ou não bola pra mim, vou seguir até o fim, porque o Tumblr é a minha vida, então porque não se apaixonar por alguém dele?
Não recomendo a iniciação de nenhum dos vicios citados.
Nao que eu acredite em tudo, ou naum acredite em nada... Apenas NAUM SEI em que acredito!
Se me perguntam o que vai acontecer depois que eu morrer, eu naum sei responder... Naum sei se vou pro ceu, pro tal do purgatorio, inferno, reencarnacao ou simplesmente esperar a ressurreicao...
Minha cabeca tah confusa e a unica coisa que sei mesmo eh que Deus existe e criou esse mundo lindo!Soh naum sei se com a palavra ou com a tal evolucao, soh sei que foi Ele.
Afinal, o que me tornei eu?Uma herege?Uma carnal?Uma pecadora?Uma ateia nao literal (naum sei como chama essas pessoas que acreditam em Deus e mais nada!)? Uma louca que jah naum sabe o que fala?Ou soh alguem com uma opiniao diferente da dos meus pais??
De que adiantou 19 anos de escola dominical?De que adiantou todos os estudos com os testemunhas de Jeova?De que adiantou o batismo npo espirito santo se naum sei se acredito ou naum??De que adiantou aquele banho que chamei de batismo nas aguas um dia??
Sei naum, soh sei que queria saber no que acredito de verdade...
Tao diferente dos meus 4 anos!!Nessa epoca, eu era como uma menina, que sonhava com o principe encantado e jah vivia cercada de livros (sim, aos 4 anos!!). Era feliz e naum sabia!Ia religiosamente a escola dominical e adorava!Aaah, Deus!Deus pra mim era meu melhor amigo, meu heroi, meu PAI!Aos 4 anos, eu pudia ser um bb gigante, mas era crista, e mais que isso, era salva!
Porque Deus naum me levou nessa epoca??Jah estaria no ceu como um anjinhu... Ou naum??
Era um vez uma duqueza diferente. Sim, diferente porque nasceu no lugar errado, na hora errada e no seculo errado. Mas nem por isso deixa de ser uma donzela indefesa, pronta pra esquecer todo o mal que sofreu, e assim, se tornar naum mais a donzela, mas a heroina da historia.
Meu passado eh como uma caixa cheia de surpresas e segredos. Por mais que pensem que sabem tudo ao meu respeito, sempre ha algo escondido, pronto pra ser descoberto. Como um livro de misterios.
Meu mundo naum eh perfeito. Mas tento transforma-lo no meu mundo cor-de-rosa, meu castelo de areia, de onde sonho com o dia em que o principe - ou princesa - me busque do alto da torre.
Sim, talvez eu sonhe demais. Mas sonhar por tanto tempo fez eu me tornar feliz. Ao menos por fora. Tentei me transformar numa garotinha de vida perfeita de familia perfeita e consegui enganar ate a mim mesma.
Naum me arrependo.
Hoje sou assim. A donzela em perigo, a princesa da torre, a duqueza escolhida ou a mocinha de uma historia triste. Mas, eis a vantagem >> os contos de fadas terminam com final feliz!